Santa Catarina registra primeira morte por gripe A de 2017

Santa Catarina registrou a primeira morte por gripe A deste ano. A vítima de Lages, 37 anos, era portador de Diabetes Miellitus, considerado um dos grupos de risco para complicações por gripe. A morte, registrada em março, foi causada pelo vírus de subtipo H3N2. O relatório foi divulgado nesta quinta-feira pela Diretoria de Vigilância de Epidemiológica (Dive-SC).

Até o dia 5 de abril, o Estado registrou sete casos de hospitalizações por influenza A e um por B. No mesmo período do ano passado, foram 123 registros da doença. Neste ano, o maior número de casos (quatro) foi pelo subtipo H3N2, um por H1N1 e dois ainda estão em análise.

Os municípios que apresentaram caso confirmado de influenza foram Balneário Camboriú, Blumenau, Chapecó, Lages, Mafra, Palhoça, Tunápolis e um caso de morador do Paraná.

Em relação à idade, os casos acometeram indivíduos nas faixas etárias: 20 a 29 (um caso), 30 a 39 (três casos), 40 a 49 (um caso), 50 a 59 (dois casos) e acima de 60 anos (um caso). Em 2016, durante todo o ano, foram registrados 117 mortes e 758 casos.

Campanha de vacinação

A 19ª Campanha Nacional de Vacinação contra gripe em Santa Catarina será realizada no período de 17 de abril a 26 de maio, sendo o dia 13 de maio o dia “D” de mobilização nacional. No período de 17 a 21 de abril, a vacina estará disponível apenas para os idosos e pessoas com doenças crônicas.

Além da vacinação, há outras ações de prevenção contra gripe que devem ser mantidas. É importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar o álcool gel, e evitar tocar os olhos, a boca e o nariz após o contato com essas superfícies.

Ficar atento aos sintomas da gripe, que, em geral, são febre alta, calafrios, tosse, dor de cabeça, dor de garganta, cansaço e dores musculares também é essencial. Quem estiver com febre alta, tosse e falta de ar deve procurar uma unidade de saúde em até 48 horas. O tratamento precoce com medicamentos antivirais ajuda a evitar a evolução para formas graves que podem levar a internação e ao óbito.

Fonte:Foto Andressa Gallo / Divulgação. clicrbs.com.br

 

 

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