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PREFEITOS DA REGIÃO SE MOBILIZARÃO NA BR-116 HOJE.

Prefeito de Monte Castelo, Aldomir Roskamp participa nesta sexta-feira (07), juntamente com outros prefeitos que administram municípios às margens da BR 116.


RádioO prefeito de Monte Castelo, Aldomir Roskamp participa nesta sexta-feira (07), juntamente com outros prefeitos que administram municípios às margens da BR 116, de uma mobilização que será realizada na Câmara de Vereadores de Santa Cecília, às 14h00.O evento organizado pela Amurc e Amplanorte, visa debater as demandas e desafios relacionados a acessos rurais (fechamento de acessos), dificuldade de manutenção de vias urbanas vizinhas à Rodovia, incertezas quanto às edificações em faixas urbanas (eixo não edificante), exigência de construção privada de novos acessos, inexistência de canal efetivo de diálogo, bem como, demandas específicas e cotidianas em relação a uma rodovia hoje concedia para a Autopista Planalto Sul.

BR-116: antes de tudo, lugar de gente e história.
(Rui Braun, assessoria da Amurc – Associação dos Municípios da Região do Contestado)

A vida das pessoas e dos lugares é feita de história, tradição, costumes e processos. A construção de nossas cidades é um esforço coletivo, combinação de fatores e desafios, sucessos e consequências. Muitas vezes, é verdade, sinal de erros de planificação, carência de sonho, muito provavelmente, um traço da ausência do próprio Estado como moderador e normatizador. Assim corre a história dos municípios e da BR 116 que nos liga, interliga e atualmente causa angústia pessoas, proprietários, comerciantes, empresários. Todos nós!

As melhorias que vamos conquistando sob duro esforço, são fruto de toda a sociedade, que as faz com suas próprias mãos. Construímos. Projetamos. Crescemos. Avançamos, em meio a contradições e desafios. Nessa jornada, ajustes serão sempre necessários. Regulamentações, cada vez mais indispensáveis. Mas o que importa ao final, é que cada lugar tenha boas condições de se viver. Que cada cidade tenha mobilidade e seja autônoma, livre, integrada ao conjunto de ações ditadas pela governança. Esse requisito se aplica especialmente à BR-116 que tem por fim a tarefa de interligar, de fazer transitar, mas acima de tudo, integrar pessoas e respeitar as comunidades que a construíram, em tempos remotos. A BR-116 é pertença histórica do povo! Deve ser ótima estrada e excelente parceira de quem vive perto dela!

Vivemos há quase um século à linda da BR-116, é preciso dizer que antes de ser uma estrada, a 116 é impressão digital e demonstração de vigor de uma história feita por muitas mãos. Primeiro vieram as “gentes”. Trouxeram seus sonhos. Fizeram picadas. Instalaram sua sociedade de vontades e planos. Mais tarde, junto com o sucesso e a evolução, veio a picada, o tracejado, a estrada, hoje, Rodovia BR 116. Nascemos antes do asfalto! E, esta via deve servir cidadãos e sua organização. Assim como no Contestado, a BR 116, antes de tudo, é terra e lugar de gente calejada pelo trabalho que não pode ser desconsiderada na história, afinal, somos lugar de congregação de famílias, de cultura, parte da história que quer experimentar vida digna. Portanto, território onde a norma a vida e as regras devem se ajustar, em valoração e respeito.

Nesse fluxo de história, desenvolvimento econômico, organização social , construção de cidades e a consequente demanda por infraestrutura, importa antes de mais nada, que a tradição e a formação das comunidades sejam respeitadas. É do mínimo, imaginar que os direitos adquiridos do povo lindeiro sejam tomados em tela de valor inalienável. É do direito de quem produz e vive, ser considerado como cidadão partícipe de um processo que começou antes e do qual estamos apenas no meio. Nada começou com a concessão legal da BR 116 à Autopista Planalto Sul. Nesse tempo de agora, apenas houve redesenhos conquistados pela própria sociedade hoje angustiada e desejosa de ajustar regras, de combinar passos e continuar sendo sujeito principal, controladora de uma ferramenta. Sim! BRs e concessionárias são ferramentas de serviço e nessa condição precisam dialogar e ouvir a quem servem.

Se há leis vigentes que, mais uma vez, colocam a vida e a história das pessoas em segundo plano? ENTÃO NADA MAIS RESTA QUE POSTURA FIRME E DISPOSIÇÃO DE NEGOCIAR. É HORA DE REESCREVER , AJUSTAR, MELHORAR. JÁ FIZEMOS ISSO MUITAS VEZES!


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